«Eu vou guardar, cada lugar teu. Atado em mim, a cada lugar meu.»
domingo, 17 de julho de 2011
tu.
Ui tanta coisa para te dizer e nem sei como começar.. Há tanta coisa que te quero dizer, e muitas das vezes, simplesmente não consigo. Desculpa-me.
Sabes, há dias em que acordo e só te quero ter a meu lado, só quero o teu carinho, o teu abraço forte, os teus beijos, e o teu coração.. E quando tenho isso, acredita, sinto-me a miuda mais feliz do mundo. Sim, porque tu és simplesmente a pessoa que mais me faz feliz neste mundo. Acredita.. Sei que às vezes não sou a melhor pessoa do mundo, e erro, como toda a gente, mas depois vens tu, chamas-me à razão e fazes-me ver o que é certo. Fazes-me ver a realidade e o que realmente é importante para mim, e para nós. Fazes-me tão, mas tão feliz. :')
Não há palavras para descrever o que sinto, o amor por ti é mais forte eindistrutivel do que possa parecer, és a minha vida.
A ti, agradeço todos os pedaçinhos que temos passado juntos, todas as noites de amor, de juras e promessas, todos os jantares e almoços, brincadeiras, choros e risos.. Todas as conversas e desabafos. A ti, Frederico, um simples e sincero Obrigada por tudo o que tens feito por mim, por ti e por nós.
Já te disse tudo, ontem, hoje e sempre.
Amo-te meu miudo, sempre.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
- Encosto
Encosto o meu corpo ao teu e os meus lábios ficam muito próximos dos teus e ao mesmo tempo sem se tocarem. Sopro como quem quer beijar mas resisto e tu também, sentes um arrepio que te faz aproximar ainda mais de mim, sentes as tuas mãos suadas e tens vontade de me agarrar ali mesmo.
Tens essa vontade mas controlas-te. Apenas percorres as tuas mãos pelo meu corpo sem nunca deixares de olhar para mim. Sopro novamente mas aí aproximas-te e docemente juntas os teus lábios aos meus ao mesmo tempo que me olhas nos olhos.
O clima aquece ainda mais, o que um beijo faz. Devagar tiro-te o casaco ao mesmo ritmo que te vou beijando o pescoço e ao mesmo tempo que sinto a tua respiração cada vez mais ofegante de prazer.
Estamos os dois demasiado quentes, o desejo fala mais alto e de um momento para o outro as roupas começam a ser cada vez menos. Sempre com a sensualidade e o receio de dois corpos que se estão a descobrir.
Chega a um ponto em que estamos os dois nus. Despidos de preconceitos e de tabus, um para com o outro. Conheces realmente como eu sou e eu conheço-te a ti. Calmamente vens até junto de mim e sinto o teu corpo junto ao meu.
E ai? Ai com todo o teu desejo possuis-me sem pensar no dia de amanhã e apenas pensando naquele momento. Os meus olhos penetram o teu olhar, o clima torna-se tenso, encontramo-nos no momento ofegante da sensação, só pensas em agradar-me e eu dou-me a ti, agarro-me ao teu peito, não deixamos que o ritmo abrande, continuamos até onde a excitação nos levar.
Agarras-me com desejo, queres dar-me prazer e senti-lo também. Sentes o meu peito junto ao teu, as nossas pernas intercaladas, os nossos corpos encaixados num ritmo que nos deixa cada vez mais quentes.
Tens essa vontade mas controlas-te. Apenas percorres as tuas mãos pelo meu corpo sem nunca deixares de olhar para mim. Sopro novamente mas aí aproximas-te e docemente juntas os teus lábios aos meus ao mesmo tempo que me olhas nos olhos.
O clima aquece ainda mais, o que um beijo faz. Devagar tiro-te o casaco ao mesmo ritmo que te vou beijando o pescoço e ao mesmo tempo que sinto a tua respiração cada vez mais ofegante de prazer.
Estamos os dois demasiado quentes, o desejo fala mais alto e de um momento para o outro as roupas começam a ser cada vez menos. Sempre com a sensualidade e o receio de dois corpos que se estão a descobrir.
Chega a um ponto em que estamos os dois nus. Despidos de preconceitos e de tabus, um para com o outro. Conheces realmente como eu sou e eu conheço-te a ti. Calmamente vens até junto de mim e sinto o teu corpo junto ao meu.
E ai? Ai com todo o teu desejo possuis-me sem pensar no dia de amanhã e apenas pensando naquele momento. Os meus olhos penetram o teu olhar, o clima torna-se tenso, encontramo-nos no momento ofegante da sensação, só pensas em agradar-me e eu dou-me a ti, agarro-me ao teu peito, não deixamos que o ritmo abrande, continuamos até onde a excitação nos levar.
Agarras-me com desejo, queres dar-me prazer e senti-lo também. Sentes o meu peito junto ao teu, as nossas pernas intercaladas, os nossos corpos encaixados num ritmo que nos deixa cada vez mais quentes.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Ainda e para sempre.
Os sorrisos de ontem foram as lágrimas de hoje e serão certamente as recordações de amanhã. Coisas que (te) guardo para sempre. A ti entreguei o meu amor, e não me arrependo. Foi contigo que aprendi o que é ser feliz. O peito por vezes dói. É a tua falta. É a saudade que aperta.. Porque ainda te amo.
domingo, 29 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Lembrança.
Lembras-te quando dormis-te comigo, a última vez? Estava imenso frio e fizeste-me chegar a ti. Chegaste-te a mim e enroscas-te o teu corpo no meu, como se fossemos ficar assim eternamente. Mas foi quando abri os olhos e te vi dormir que me apercebi que (ainda) estava presa. Percebi que fui a única pessoa a quem o teu sono egoísta fez chorar de ternura. O meu próprio corpo achou aquilo estranho. Sabia que era a última vez que ia sentir-te. Ressonas. Sabes que ressonas, meu querido? Naquela noite dormias tão docemente que cheguei a perguntar-me se eras mesmo tu o homem com quem tinha partilhado os meus dias. Gosto disto, gosto tanto. E nem as lágrimas que derramei sobre os erros cometidos me fizeram deixar de te amar. Gosto de ser tudo para ti e de só o descobrires quando, enfim, resolver mandar-te embora (de vez).
domingo, 22 de maio de 2011
Acordar
Não ouses acordar-me antes de o sol nascer.. Estou a sonhar contigo. E que bonito que és :)
Sabes, estamos de mãos dadas. Somos só nos os dois e o mar imenso à nossa frente. Esta a escurecer, e eu não quero que este momento acabe. Não largues a minha mão. Não te levantes. Não me deixes. Deixa que a noite se ponha. Deixa-me continuar a viver este sonho.
Sabes, estamos de mãos dadas. Somos só nos os dois e o mar imenso à nossa frente. Esta a escurecer, e eu não quero que este momento acabe. Não largues a minha mão. Não te levantes. Não me deixes. Deixa que a noite se ponha. Deixa-me continuar a viver este sonho.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Não.
Não vou mais. Acabou-se até isso.
A vontade de ir ao teu encontro, o
entusiasmo de o fazer, acabou. Aos poucos o amor foi desaparecendo, e nós nem demos por isso. Só agora, que já nem a saudade existe, é que percebemos que a culpa foi nossa.
Achamos que o amor só chegava, que nos fazia sempre voltar e desejar, mas hoje sabemos que não é assim. O amor é o pormenor menos importante. Além disso, tem que haver entendimento, daquele natural, quando percebemos sempre para além do que o outro nos diz. Tem que haver confiança, até mesmo nas alturas em que o mundo está todo contra nós. Temos sobretudo que acreditar que é possível construir ao lado de alguém, uma realidade.
Mas tem que haver tempo, daquele completamente disponível em que temos sempre tempo para o outro. Tem que haver paixão, dedicação, tesão, loucura. Tem que haver carinho, paciência, racionalidade, e sobretudo muita calma. E nós, tivemos isso, depressa demais. Por isso, acabou-se tudo.
As mensagens lamechas, as surpresas inesperadas, as viagens longínquas, e os beijos apaixonados, acabaram-se. Acabaram-se os telefonemas tardios, as cenas de ciúmes, os abraços apertados e as tardes de televisão. Acabaram-se as tentativas de reconciliação, as esperas vãs e força de te manter. Acabaram-se os momentos de prazer, as manhãs de preguiças, as conversas longas e paciência.
Acabou-se tudo.
E agora meu amor, espero que te encontres.
A vontade de ir ao teu encontro, o
entusiasmo de o fazer, acabou. Aos poucos o amor foi desaparecendo, e nós nem demos por isso. Só agora, que já nem a saudade existe, é que percebemos que a culpa foi nossa.
Achamos que o amor só chegava, que nos fazia sempre voltar e desejar, mas hoje sabemos que não é assim. O amor é o pormenor menos importante. Além disso, tem que haver entendimento, daquele natural, quando percebemos sempre para além do que o outro nos diz. Tem que haver confiança, até mesmo nas alturas em que o mundo está todo contra nós. Temos sobretudo que acreditar que é possível construir ao lado de alguém, uma realidade.
Mas tem que haver tempo, daquele completamente disponível em que temos sempre tempo para o outro. Tem que haver paixão, dedicação, tesão, loucura. Tem que haver carinho, paciência, racionalidade, e sobretudo muita calma. E nós, tivemos isso, depressa demais. Por isso, acabou-se tudo.
As mensagens lamechas, as surpresas inesperadas, as viagens longínquas, e os beijos apaixonados, acabaram-se. Acabaram-se os telefonemas tardios, as cenas de ciúmes, os abraços apertados e as tardes de televisão. Acabaram-se as tentativas de reconciliação, as esperas vãs e força de te manter. Acabaram-se os momentos de prazer, as manhãs de preguiças, as conversas longas e paciência.
Acabou-se tudo.
E agora meu amor, espero que te encontres.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Anda amor
Sabes o que me apetecia agora? O ontem, o hoje e o amanhã.
Tudo ao mesmo tempo. Apetecia-me agarrar no carro, na minha manta, nos nossos corpos e ir viver o momento. Procurar um lugar que nem existe e amar-te. Apetecia-me deitar-te no banco de trás, e fazer amor contigo, até que o sol nascesse ou alguém nos ligasse. Podíamos ser um do outro até que nos apetecesse voltar, e deixar tudo como estava. Apetecia-me enrolar-te na manta, prender-me ao teu cheiro, ser a tua melodia, ficar a olhar para ti até que uma estrela caísse do céu e nos lembra-se que era hora de voltar. Vamos amor... Anda cumprir a vontade que o amor tem, e matar a saudade que ficou em nós depois da última despedida. Dá-me a tua mão, agora a outra e vem comigo. Deixa-me mostrar-te todos os cantos que não conheces e trancar-te em mim. Anda la :$
Hoje apetece-me ficar contigo para sempre.
Tudo ao mesmo tempo. Apetecia-me agarrar no carro, na minha manta, nos nossos corpos e ir viver o momento. Procurar um lugar que nem existe e amar-te. Apetecia-me deitar-te no banco de trás, e fazer amor contigo, até que o sol nascesse ou alguém nos ligasse. Podíamos ser um do outro até que nos apetecesse voltar, e deixar tudo como estava. Apetecia-me enrolar-te na manta, prender-me ao teu cheiro, ser a tua melodia, ficar a olhar para ti até que uma estrela caísse do céu e nos lembra-se que era hora de voltar. Vamos amor... Anda cumprir a vontade que o amor tem, e matar a saudade que ficou em nós depois da última despedida. Dá-me a tua mão, agora a outra e vem comigo. Deixa-me mostrar-te todos os cantos que não conheces e trancar-te em mim. Anda la :$
Hoje apetece-me ficar contigo para sempre.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Sente
Só queria que sentisses outra vez estes
lençóis brancos em ti. As marcas que o teu corpo aqui deixou ainda permanecem intactas sobre mim. Como as palavras que murmuramos ao ouvido um do outro, como o cheiro que continua a pairar no ar entre estas quatro paredes. Ainda aqui se sente o desejo faminto de prazer que os nossos corpos faziam notar. Era (quase) sempre como se fosse a primeira vez que nos tocávamos. Era a (re) – descoberta um do outro. Um jogo de olhos vendados onde não há regras, onde ninguém vence, nem ninguém sai vencido. As palavras silenciam-se para darem lugar a gestos irreversíveis e a gemidos intensos. Sentir-te dentro de mim, era quase como deixar-te atingir a minha alma. Era dar-te permissão para fazeres (mais uma vez) de mim o que quisesses. Era amor, enquanto ali nos possuíamos. Depois eram apenas os lençóis sujos de raiva e de formas invisíveis do nosso êxtase. Há dias em que parece que a única coisa que ficou foram meras recordações esquecidas.
lençóis brancos em ti. As marcas que o teu corpo aqui deixou ainda permanecem intactas sobre mim. Como as palavras que murmuramos ao ouvido um do outro, como o cheiro que continua a pairar no ar entre estas quatro paredes. Ainda aqui se sente o desejo faminto de prazer que os nossos corpos faziam notar. Era (quase) sempre como se fosse a primeira vez que nos tocávamos. Era a (re) – descoberta um do outro. Um jogo de olhos vendados onde não há regras, onde ninguém vence, nem ninguém sai vencido. As palavras silenciam-se para darem lugar a gestos irreversíveis e a gemidos intensos. Sentir-te dentro de mim, era quase como deixar-te atingir a minha alma. Era dar-te permissão para fazeres (mais uma vez) de mim o que quisesses. Era amor, enquanto ali nos possuíamos. Depois eram apenas os lençóis sujos de raiva e de formas invisíveis do nosso êxtase. Há dias em que parece que a única coisa que ficou foram meras recordações esquecidas.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Bocadinhos
Gosto de pensar que também tens saudades
minhas. Que, de uma forma ou de outra, ainda te vais lembrando de mim. Que na minha ausência te vais torturando pelo que podia ter sido e não foi. Que a distância também te dói e que aos poucos te vai afagando o orgulho, até que um dia destes cedas e me voltes a ligar. Gosto de pensar que ainda me desejas. Que todas as noites antes de adormeceres, enterras a cabeça na almofada em busca do meu cheiro. Que cada vez que chegas a casa, o fazes com a esperança de encontrares os contornos do meu corpo ainda intactos sob a cama. Gosto de pensar que, à tua maneira, e é tão estranha por sinal, ainda gostas de mim. Que quando precisas de um colo para te mimar, de um abraço para te proteger, de um ombro para descansar, é em mim que pensas. Que quando precisas de um sorriso em que acreditar, de um olhar para te tranquilizar, do prazer para viver, é de mim que sentes falta. Gosto de pensar que quando estás sozinho, ainda te perdes nas memórias do que conseguimos construir e ultrapassar, juntos. Assim, gosto de pensar que ainda és um bocadinho meu.
minhas. Que, de uma forma ou de outra, ainda te vais lembrando de mim. Que na minha ausência te vais torturando pelo que podia ter sido e não foi. Que a distância também te dói e que aos poucos te vai afagando o orgulho, até que um dia destes cedas e me voltes a ligar. Gosto de pensar que ainda me desejas. Que todas as noites antes de adormeceres, enterras a cabeça na almofada em busca do meu cheiro. Que cada vez que chegas a casa, o fazes com a esperança de encontrares os contornos do meu corpo ainda intactos sob a cama. Gosto de pensar que, à tua maneira, e é tão estranha por sinal, ainda gostas de mim. Que quando precisas de um colo para te mimar, de um abraço para te proteger, de um ombro para descansar, é em mim que pensas. Que quando precisas de um sorriso em que acreditar, de um olhar para te tranquilizar, do prazer para viver, é de mim que sentes falta. Gosto de pensar que quando estás sozinho, ainda te perdes nas memórias do que conseguimos construir e ultrapassar, juntos. Assim, gosto de pensar que ainda és um bocadinho meu.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Vais lembrar-te de mim
Não, não tentes apagar-me da tua vida porque durante muito tempo no teu coração, eu vivi e vou continuar a viver. Por mais que tentes ignorar, faz parte. Aqueles detalhes, tão pequenos e insignificantes de nós dois vão persistir, resistir, porque são coisas muito grandes para esquecer. E a cada passo que deres, nessa tua vida tonta, agitada, vão estar presentes… Vais ver. O olhar meigo, o sorriso, as coxas macias e acetinadas, a voz embargada, o corpo, a alma, ou qualquer outra coisa assim, imediatamente, vão fazer-te… Lembrar de mim. Calculo que outra mulher deva estar a sussurrar ao teu ouvido, palavras de amor como eu sussurrei, mas eu duvido… Duvido que ela tenha tanto amor e até as metáforas do meu português, e em todos esses momentos…Vais-te lembrar de mim. À noite, quando a lua e as estrelas entrarem pela janela e envolverem o silêncio do teu quarto, antes de dormir procuras a minha imagem. Mas da moldura não sou eu quem te sorri, apesar disso, ouves as minhas gargalhadas mesmo assim, e tudo isto vai fazer-te… Lembrar de mim. Se os dedos de alguém tocarem o teu corpo como eu... Não digas nada. Quando a boca que te saborear o sal da pele, não for a minha... Nada digas. Cuidado…. Para não gemeres o meu nome baixinho, sem querer, à pessoa errada. Pensando que é amor o que sentes nesse instante, desesperado, tentas até o fim… E, até nesse momento mágico… Vais-te lembrar de mim. Eu sei que todos estes detalhes vão evaporar-se na longa estrada. O tempo tem o dom de transformar um grande amor em quase nada. Mas também é mais um detalhe, uma história de amor como a nossa, não vai morrer assim… Por isso, de vez em quando… Vais-te lembrar de mim.
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